• Caso Cláudia: Fim da investigação não tem prazo

    Rubens Filho

    A vida não pára com a morte, nem com o desaparecimento. Mas certamente é mais difícil aos parentes e amigos continuá-la quando alguém some, como ocorreu à professora Cláudia Hartleben, figura querida na UFPel, onde é coordenadora do curso de Biotecnologia.

  • http://www.marioquintana.com.br/

    Para dar um tempo dos outros e cuidar de nós mesmos

  • Uma foto que fala por si

    Clique na imagem para vê-la ampliada

    Se você não conhecesse os dois acima, seria capaz de identificar sem erro qual é o prefeito de Pelotas. A imagem fala por si. Materializa o conflito entre a velha e a moderna Pelotas, inclusive quanto ao sentido nobre dos adjetivos. Prefeito Eduardo Leite (PSDB) não é o da direita. O da direita é o presidente da Câmara, vereador Ademar Ornel (DEM). Foto tirada na noite desta quinta (23), na 25ª Procissão de São Jorge pelas ruas do Centro Histórico.

  • A sua água depende dos outros

    Montserrat Martins

    O “só acredito vendo”, frase famosa de São Tomé, é o que costumamos fazer com os assuntos que nos atingem, só reagimos aos que estão na nossa frente, batendo na nossa porta. Problemas futuros nós deixamos que aconteçam, que outros resolvam, “no meu turno não”, pensamento típico da cultura nacional. Por falta de planejamento faltou água em São Paulo e pode faltar no Rio Grande do Sul também, se não formos um pouco menos brasileiros, de deixar tudo para a última hora.

  • 10 frases de Shakespeare, que 'aniversariou' neste 23 de abril

    Shakespeare: o cara era bom

    Nascido a 23 de abril de 1564, o maior dramaturgo da História, William Shakespeare, produziu 38 peças e 154 sonetos que captam a gama completa de emoções e conflitos humanos. Seus textos são interpretados há mais 400 anos no teatro e no cinema.

    Abaixo, 10 de suas frases inesquecíveis:

  • Delegado nega localização de corpo de mulher

    O delegado Félix Rafanhin disse na noite desta quinta (23) que é falsa a informação, veiculada nas últimas 48 horas, de que um corpo de mulher foi encontrado em Pelotas - e de que este corpo seria o da professora Cláudia Hartleben.
  • Ainda não há prova que esclareça sumiço de professora

    O delegado Félix Rafanhin informou ao Amigos de Pelotas, na noite desta quinta (23), que, até este momento, a polícia não encontrou nenhuma prova material capaz de esclarecer o desaparecimento da professora de UFPel Cláudia Hartleben. 

  • Hoje faz 15 dias que a professora Cláudia desapareceu

  • Para quem deseja deixar tudo claro e no lugar


  • Aplicativo aproxima cidadão da prefa, diz a própria

    Aplicativo monitora cidade

    Começou a operar nesta quinta (23) uma ferramenta digital de relacionamento entre a prefeitura e a comunidade. O aplicativo Colab.re foi criado, segundo a prefeitura, para fiscalizar os serviços públicos, avaliar suas ações, assim como propor soluções de problemas relacionados à iluminação pública, saneamento básico, calçadas e trânsito, entre outros itens. "Uma equipe da prefeitura acompanha em tempo real as demandas para responder de forma personalizada e ágil", avisa a assessoria do Executivo.

  • Breve coluninha social. Com o atenuante de catalogar dinossauros, não de tentar 'vender carreiras'

    Rubens Filho

    Passei uns dias em Brasília. Avisei que estava indo e, por ideia do escritor Lourenço Cazarré (o menos bonito, de óculos escuros), cinco quase-dinossauros pelotenses do jornalismo se reencontraram - para almoçar na galeteria Serrano, 405 sul do Plano Piloto, na segunda-feira passada (20). Lúcio Vaz à esquerda (de São Gabriel, mas pelotense de coração, formado na UCPel), eu, Luiz Lanzetta, Cazarré e José Cruz, mais jovem do distinto grupo. Claro, entre outros assuntos, só se falou bem da querida Pelotas, do progresso da cidade e do jornalismo nativo.

    Curiosidade: Atualmente, além de prolífico escritor premiado, sobretudo de livros infanto-juvenis, Cazarré é lembrado como o 'pai do ator Juliano Cazarré'.

  • Praça do Redondo (25)

    A. F. Monquelat

    A entrada agora era paga, mas com direito a uma cerveja

    Dia 20 de novembro de 1892, seria reaberto ao público o jardim Scotto, à Praça Regeneração. Porém, o Sr. Scotto para atender as despesas com a música, empregados, etc., estipulou para aquele ano o preço de 500 réis a entrada, somente aos cavalheiros, mas com direito a uma garrafa de cerveja simples.

    Era justa, no entender do Diário Popular, essa resolução do Sr. Scotto e, que todos a aceitariam da melhor maneira.

  • A mão que balança o berço (Quem paga a notícia)

    Infelizmente, mão perigosa, no mínimo ambígua

    A relação promíscua entre os assessores de imprensa (ou, na versão mais perversa, os "consultores de imagem"), os jornalistas e os veículos de comunicação matou o jornalismo (R.E.)

    Ricardo Ebling (*)

    Dizem que existe uma diferença básica entre o jornalista e o publicitário: o primeiro, quando mente, sabe que está mentindo. O publicitário, por sua vez, passa a acreditar com convicção na própria mentira. Já os assessores de imprensa reproduzem as mentiras de qualquer um, desde que paguem.

    A relação entre os assessores de imprensa (ou na sua versão mais perversa, os “consultores de imagem”) e os jornalistas e os veículos de comunicação -  e como esta interação promíscua já matou o jornalismo - é o que trataremos a seguir. Estamos falando do “jornalismo premium", como se autodenominam os jornais não populares, que ainda circulam, e alguns nichos nas revistas e tevês.

  • Leite vai insistir em licitação de ônibus integrada nas áreas urbana e rural

    A prefeitura protocolará na Câmara de Vereadores nesta quinta-feira, 23, em regime de urgência, um projeto de lei que altera o artigo 30 da Lei 5.854-2011, que trata da licitação do transporte coletivo nas zonas urbana e rural.

  • Caso Cláudia terá cobertura prioritária

    A partir desta sexta, o Amigos de Pelotas vai dedicar sua cobertura, ainda mais intensamente, ao caso do desaparecimento da professora da UFPel Cláudia Hartleben.

  • Polícia ouviu atual e ex-marido de professora desaparecida e segue ouvindo outros parentes

    Uma fonte garante que a polícia vem entrevistando uma série de pessoas ligadas à família da professora Cláudia Hartleben, desaparecida há 11 dias, e confrontando as informações prestadas no processo de investigação.

    As entrevistas têm ocorrido na sede da polícia civil.

    A polícia ouviu o atual marido de Cláudia, Pedro Gomes, que é administrador da fazenda de Virgínia Fetter (proprietária do Diário Popular) e ex-marido desta, e o ex-marido da professora, João Fernandes.

  • A conta a pagar pelo PT

    "Nunca vi uma situação como essa, ou mesmo um partido tão rejeitado nas ruas. Ao perder a iniciativa na economia e na política, só lhe resta se apegar aos cargos no governo. E esperar um momento para levantar a cabeça. Este momento para mim é muito remoto. Milhões de brasileiros acompanham os escândalos. É uma ilusão pensar que esquecem. O ano que vem vai mostrar aos candidatos municipais do PT o tamanho da conta a pagar".

    Fernando Gabeira, jornalista, escritor, ex-deputado

  • Voz do leitor sobre Caso Cláudia: 'Ninguém evapora sem deixar rastro'

     Comentário enviado pela leitora Sandra Eloi

    "Entendemos que a polícia deve tratar todos os casos igualmente, mas esse não requer posição social nenhuma, e sim o fato de os dias estarem passando e nada se explicar. NENHUMA PISTA? Ninguém viu?

  • O céu não é o limite

    Daniel Giannechini

    DG
    Zona rural de Pelotas.
  • Polícia investiga sumiço de Cláudia sem privilégio

    O delegado Félix Rafanhin explica que a polícia civil está investigando o desaparecimento da professora da UFPel Cláudia Hartleben com a mesma atenção com que apura outros desaparecimentos em curso e demais casos que chegam à polícia. 

    Segundo ele, a cobrança das famílias, amigos e colegas é compreensível. Mas é preciso lembrar que, por uma questão de princípio, os policiais tratam todos os casos igualmente, sem privilegiar desaparecidos pela condição social ou qualquer outra condição.

  • Pobre Eduardo Galeano

    "As Veias Abertas da América Latina está para os esquerdistas assim como O Pequeno Príncipe está para as misses".

    Sandro Vaia, jornalista

  • Uma visão dramática do amor

    Que nos conduz a não pensar nele como uma coisa com sentido, fácil e boa para nós

  • Leite diz que "cansou de esperar pelo governo Dilma e vai reformar ginásio com dinheiro do município"

    Leite perdeu paciência com Dilma

    “Vamos fazer a reforma do ginásio do Colégio Municipal Pelotense com recursos próprios da prefeitura. Cansamos de esperar pelo Ministério da Educação, que ano passado garantiu o repasse de R$ 1,7 milhão necessário à obra, mas até agora não o fez. O ginásio está interditado desde 2013 por problemas estruturais e a comunidade escolar não pode esperar mais”, disse Eduardo Leite nesta sexta (17).

  • O “anti” da moda

    Montserrat Martins

    Kim, do movimento livre

    Está na moda na grande mídia, agora, entrevistar o jovem Kim Kataguiri do auto-intitulado “Movimento Brasil Livre”, que diz aceitar todo financiamento que receber de empresas para ser “anti-governo”, anti-PT, anti-esquerda, anti-Estado na Economia, a favor do mais puro “liberalismo”, ou seja, ninguém interfere no que os donos das empresas decidirem, liberdade total para as multinacionais etc. Ouvindo sua fala, dá para perceber os riscos de ser “anti” alguma coisa, porque isso cria ídolos de barro que falam bonito para criticar sem ter nada de novo, ou de construtivo, para oferecer. Eu posso não gostar da Dilma, mas não preciso ser “anti” governo.

  • Fotos da passeata dos 300 pela solução do Caso Cláudia

  • Em Longe do Litoral, no Coração do Cerrado, novo livro de Lourenço Cazarré, escritor vasculha as origens de Brasília

    Novo livro de Cazarré: arqueologia da capital do Brasil
    Longe do Litoral, no coração do Cerrado, o livro mais recente do escritor pelotense Lourenço Cazarré, reúne depoimentos de engenheiros e arquitetos que trabalharam na construção de Brasília e lança luz sobre episódios quase desconhecidos da construção da capital brasileira, erguida há meio século, em menos de quatro anos, no então desértico Planalto Central.

    O livro traz depoimentos de pioneiros que viverem os árduos primeiros anos da futura capital e de pessoas chegadas em anos mais recentes e que testemunharam o crescimento espantoso da cidade erguida por Juscelino Kubitscheck contra o ceticismo de boa parte da população brasileira.

    A soma desses relatos dá uma idéia aproximada da verdadeira epopéia que foi trabalhar e residir em um gigantesco canteiro de obras, provavelmente o maior do mundo à época. O livro começa pela chegada ao Planalto Central do engenheiro Atauhalpa Schmitz Prego que comandou a construção do aeroporto a partir de 1956. Os relatos se estendem pelas décadas seguintes e chegam até nossos dias, quando é intenso debate sobre o futuro de Brasília, que hoje padece com as mesmas mazelas que atingem as grandes cidades do país.

    A segunda parte do livro reúne quatro textos de Lourenço Cazarré sobre aspectos pouco estudados da história de Brasília. O primeiro descreve o cotidiano penoso das mulheres pioneiras, em geral esposas de arquitetos e engenheiros. O segundo enfatiza a importância de duas grandes obras arquitetônicas – Plataforma Rodoviária e Torre de Televisão - projetadas por Lúcio Costa, conhecido quase que exclusivamente por ter imaginado o Plano Piloto da nova capital. O terceiro texto aborda a vida e a obra poética e dramatúrgica de Joaquim Cardozo, o exímio calculista que deu forma aos projetos mais ousados de Oscar Niemeyer. Por fim, o quarto artigo mostra de que forma um dos maiores escritores norte-americanos do século passado, John dos Passos, descreveu com entusiasmo e simpatia o ritmo acelerado com que era tocada a construção de Brasília em 1958.

    O livro foi lançado por ocasião do cinqüentenário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal.

  • Motociclista se salva por pouco após ser 'prensado'

    O motoqueiro Michel Furtado seguia entre um utilitário pequeno e um escort. De repente, o motorista do utilitário bateu na traseira da moto, projetando-a para baixo do escort. "Com o baque, abri as pernas e me joguei pro lado direito", contou Michel aos azuizinhos, que logo chegaram. Acidente ocorreu às 14h15 (na Dom Pedro II, frente do Senac, entre Andrade Neves e Osório) e azuizinhos estavam ali dois minutos depois. Michel teve sorte. Do lado direito, para o qual ele saltou, fica o corredor de passagem rápida de ônibus.

  • 300 fazem passeata por professora. Mãe de Cláudia fez prece

    Manifestação clama por solução
    Uma passeata reuniu 300 pessoas na manhã desta sexta-feira (17) para relembrar o desaparecimento da coordenadora do curso de Biotecnologia da UFPel, Cláudia Hartleben, ocorrido na quinta passada (9), pedir empenho nas investigações do caso e rezar pelo reaparecimento com vida da professora, figura querida e admirada na Universidade. 
  • Mais 12 escolas municipais serão reformadas

    Prefeito Eduardo Leite assinou nesta quinta (16) contratos para reforma e ampliação de 12 Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis). O investimento será de R$ 11 milhões, provenientes do Salário Educação. No final, diz a prefeitura, 27 escolas terão sido reformadas.

  • PT vai lançar programa "Mais tesoureiros"

    Piada excelente roubada do site O Bairrista: 

    Depois da prisão de João Vaccari Neto e de seu afastamento dos quadros do PT, o governo Dilma prepara o lançamento do programa "Mais Tesoureiros".

  • Suicídio narcísico, presente em Relatos Selvagens, será tema de palestra na Associação Médica de Pelotas

    Vivi Stuart

    A Associação Médica de Pelotas e o Departamento de Psiquiatria da entidade vão realizar um encontro aberto à comunidade, com o objetivo de analisar e debater o filme argentino Relatos Selvagens, um dos finalistas do Oscar de Melhor Estrangeiro e, independentemente disso, uma daquelas obras que confirmam a superioridade do cinema argentino sobre o brasileiro e outros mais.
  • O 'Almanaque' dos tempos de chumbo


    Luiz Cláudio Cunha (*)

    Enfim, uma boa notícia neste pântano de informações desalentadas que fazem cada vez mais opressivo o cotidiano dos brasileiros: nenhum quartel, nenhum general ousou comemorar a tragédia de 31 de março de 1964, o golpe militar que derrubou o presidente João Goulart e implantou a ditadura militar há 51 anos. O silêncio não foi produto de uma súbita conversão democrática, mas ordem sumária da comandante-suprema das Forças Armadas, a presidente, ex-guerrilheira e ex-torturada Dilma Rousseff.

  • Luiz Carlos Prates, o boquirroto, acabou na rua

    Rubens Filho

    Luiz Carlos Prates, conhecido dos gaúchos, catarinenses e dos brasileiros antenados, foi piorando com o tempo. Desde que despontou na tevê, substituindo por vezes Ruy Carlos Ostermann no programa Dois Minutos de Esporte, antes do Jornal Nacional, em eras remotas, seu gestual duro, suas frases prontas e seu sotaque gaúcho acentuado de propósito, para parecer "claro, direto e franco", revelavam o estilo robótico que o tornou conhecido e que chamou mais atenção pelo contraste com a serenidade da inteligência precisa do professor Ruy.

  • Vídeo: "Pouco número de pessoas não me vai tirar pró-atividade para tentar encontrar Cláudia", diz advogado


    Advogado Rinaldo Galli informou que quem tiver informações sobre Cláudia Hertleben, professora da UFPel desaparecida desde quinta-feira passada, pode enviar para o e-mail galliadvogado@uol.com.br, mesmo que sejam anônimas. Ele promete encaminhar as informações ao delegado Félix Rafanhin.

  • Falta de movimento bancário nas contas de professora é mau indício

    Conversei com um criminalista há pouco. Disse ser preocupante que, após o desaparecimento da professora Cláudia Hertleben, não haja registros de movimentação bancária da professora da UFPel. "É, infelizmente, um sinal que, para a investigação, faz pensar em um destino negativo", disse ele.
  • Em nota, Leite renova disposição de realizar licitação de ônibus em seu governo

    Nota Oficial

    O prefeito Eduardo Leite reiterou no final da tarde desta terça-feira, 14 de abril de 2015, a sua posição manifestada durante a coletiva de imprensa, depois de tomar conhecimento de que o Tribunal de Justiça não conferiu o efeito suspensivo ao agravo impetrado pela prefeitura contra a liminar que suspendeu a licitação transporte coletivo: trata-se de um certame bastante complexo e que confronta muitos interesses.

  • Aluno cobra de reitor bolsa que MP considera irregular

    Exigência estudantil é irracional
    Um grupo de estudantes procurou o reitor da UFPel, Mauro Del Pino, na manhã desta quarta (15). Entre outros pontos, exigem que os 90 moradores da Casa do Estudante voltem a receber a bolsa-residência, apelidada de "bolsa-papel-higiênico" (para custear gêneros de higiene e limpeza). Esta bolsa, de R$ 200, foi paga pela UFPel nos três meses finais de 2014, mas terminou suspensa por recomendação do Ministério Público Federal, que alertou o reitor da irregularidade do benefício.
  • Advogado de empresa de ônibus usa argumento falho para atacar licitação única para áreas urbana e rural

    Leite: decisão racional

    O advogado do Sindicato das Empresas de Ônibus de Pelotas, Aires Martins, disse ao Diário Popular desta quarta (15): "Com base na lei municipal (5,854, de 2011, governo Fetter), a licitação não pode ser conjunta (reunindo áreas urbana e rural). Deve ser feita de forma separada. A prefeitura fala que não é justo moradores da zona rural pagarem mais, mas o que não é justo é o usuário da cidade pagar 15 centavos a mais na passagem para reduzir a da colônia. Quem paga a conta são os mais humildes da zona urbana". Martins errou na conta. E falhou na análise.

  • Por que Leite uniu áreas urbana e rural na licitação

  • Leitora indignada com 'descaso dos Correios'

    Lisangela Santos

    Moro na cidade de Pelotas - e a entrega de correspondências não vem ocorrendo com assiduidade. Antigamente tínhamos entrega pelo carteiro todos os dias, mas hoje são (14/04/2015) e a última entrega de correspondências e faturas em nossa residência foi no dia 06/04/2015. 

  • O poder dos empresários de ônibus

    O prefeito Eduardo Leite vai ter dois caminhos diante da suspensão da licitação de ônibus

    1) Tentar analisar os pontos do edital reclamados pelos empresários do transporte e por alguns vereadores (exceto os pontos até aqui declarados inconstitucionais pela justiça, como a estabilidade no emprego aos rodoviários e a proibição do fim da função de cobrador), modificar o edital e republicá-lo. 

    2) Continuar a lutar na justiça para manter o edital atual.

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