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  • Franzina x Parruda

    Geraldo Hasse

    Se a atual campanha eleitoral pudesse ser comparada a uma luta de boxe em 12 assaltos, como são as disputas por título mundial, diríamos que entramos no décimo round sem que nada esteja ainda decidido.

    A candidata do PT, que levava a luta de barbada, sofreu uma queda com o lançamento da candidatura feminina do PSB, um mês atrás. Esteve grogue por algum tempo, mas parece ter-se recuperado.

    Por ora, falta saber o efeito que poderá ter na luta o depoimento do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que resolveu colaborar com as investigações sobre maracutaias na empresa controlada pelo governo federal.

    São milhões de dólares. Serão milhões de votos? Tudo precisa ser devidamente apurado. Quanto tempo vai demorar esse rolo?

  • Puro prazer: Caminhos da vida, por Steve McCurry

    Super quinta.

    Steve McCurry começou sua carreira de fotojornalista cobrindo a invasão soviética ao Afeganistão. McCurry utilizou vestimentas típicas para se disfarçar e esconder seu equipamento.

  • UFPel libera nota sobre ocupação da Reitoria

    A nota:

    A administração central da UFPel, diante dos fatos ocorridos na manhã desta quarta-feira (17) relativos à ocupação da Reitoria, reafirma o compromisso assumido no programa de gestão, o qual foi aprovado pela comunidade acadêmica no momento da eleição para Reitoria ocorrida em 2012, em especial no que se refere à assistência estudantil.

    A UFPel possui uma demanda histórica por moradia estudantil. A atual Casa do Estudante, alugada há mais de 40 anos, possui vagas para menos de cem residentes, o que é insuficiente para atender à demanda atual, devido ao crescimento no número de estudantes após a adesão ao REUNI, o aumento do ingresso de estudantes de fora do estado e a adesão plena da Universidade à Lei de Cotas.

  • Invasores da Reitoria cobram rapidez em licitação

    Cerca de 15 moradores da Casa do Estudante da Universidade Federal de Pelotas ocuparam o gabinete do reitor Mauro Del Pino, nesta quarta (17). É a terceira vez que aquele grupo invade a sala do reitor da UFPel, que possui 14 mil alunos presenciais.

    Suspeita-se que os invasores tinham cópia da chave da sala do reitor, pois a porta estava fechada. Acredita-se que tenham feito a cópia da chave na invasão anterior. 

    No facebook, um dos invasores se gaba afirmando algo assim: "Quero ver eles descobrirem como é que nós entramos".

  • Outra vez Dilma tenta enganar o eleitor: agora em relação aos benefícios trabalhistas

    Rubens Filho

    Dilma segue tentando enganar o eleitor. Pensa que as pessoas são burras. Pelo visto, torce por isso... ela e seu marqueteiro João Santana, aquele que dizia que a patroa venceria no primeiro turno, deixando para trás uma fila de adversários anões.

    Depois de mentir que Marina iria "acabar com o bolsa-família, o Minha Casa, Minha Vida e que governaria para os banqueiros", agora a presidente diz: “Décimo terceiro, férias e hora extra não se mudam nem que a vaca tussa”. Ela falou isso nesta quarta (17), tentando vender a ideia de que Marina poderia acabar com aqueles benefícios.

    Não passa de outra tentativa deslavada de confundir e mentir.

    Marina, como Dilma, é a favor da manutenção daqueles benefícios trabalhistas. Até porque são direitos adquiridos na lei.

  • A Ursa Menor e sua anja Dindinha (13)

    Domenico S. Miglio

    Do resto eu lembro: saí dali comendo o meu pão, fui até a porta da varanda, abri e logo enxerguei o Fiel.

    No mundo dele, nada havia desaparecido. E ele ali estava, na posição em que gostava de estar. Deitado, sem saber que era véspera de nosso aniversário; mas, quem sabe, a sonhar com um grande e carnudo osso.

    Achando por certo que a história terminara, eu a olhar o Fiel, a vozinha, como sempre, se precipitou:

    “E todos sentaram no chão Domenico?”.

  • Joaquim Barbosa faz declaração indireta de voto em Marina

    Joaquim Barbosa: declaração de voto indireta em Marina Silva

    "Em países ainda em fase de consolidação institucional, ou que tenham instituições débeis, a reeleição funciona como o carro-chefe, a mãe de todas as corrupções de toda a espécie", disse nesta terça (16) o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa.

    * Marina, que lidera numericamente pesquisas no segundo turno, é contra a reeleição. Já afirmou que pretende fazer governo de um mandato só e passar o bastão adiante.

  • Marina apanha, mas Dilma é quem cai

    Espantosa a capacidade de resistência de Marina Silva à pancadaria, a se levar em conta os resultados da mais recente pesquisa IBOPE divulgada pelo Jornal Nacional. Pela lógica, ela deveria estar caindo. E Dilma avançando. Mas eleição não é razão – é emoção. Ganha quem erra menos. E Marina tem errado pouco.

  • Marina reduz distância para Dilma no 1º turno e aumenta liderança em dois pontos no 2º turno

    Nova pesquisa Ibope, divulgada na noite desta terça (16), no Jornal Nacional, mostra a presidente Dilma na liderança no primeiro turno. Ela tem 36%, Marina, 30% e Aécio, 19%.

    Em relação à pequisa Ibope da semana passada, Dilma perdeu 3 pontos (tinha 39%). Marina perdeu um ponto (tinha 31%). Já Aécio cresceu quatro pontos, passando de 15% para 19%.

    Brancos e nulos foram 7%. Não souberam ou não responderam, 6%.

    A diferença entre Marina e Dilma caiu 2 pontos, de 8 para 6.

    No segundo turno, Marina manteve 43% de intenções de voto. Dilma perdeu dois pontos, caindo de 42% para 40%.

  • Em vídeo emocional, Marina responde a Dilma: "Fique ciente, não vou acabar com o bolsa-família..."


    Atualizado às 20h40 de 16/09/2014

    Vídeo foi ao ar na propaganda eleitoral desta terça (16). 

    É o primeiro programa de forte apelo emocional da campanha de Marina e se destina a combater as mentiras e calúnias que vêm sendo propagadas pela campanha de Dilma Rousseff, tentando assustar parte do eleitorado brasileiro. 

    Marina tem 2 minutos na propaganda eleitoral de tevê. Dilma, 12 minutos.

  • Um país, três olhares

    Montserrat Martins

    Os candidatos são Aécio, Dilma e Marina, mas seus modos de olhar o mundo foram "inventados" por Smith, Gramsci e Castells, entre outros predecessores.

    Adam Smith

    Quem apoia Aécio confia nos mercados, deseja um "Estado mínimo" e é a favor de privatizações, ideias que remontam à consagrada obra de Adam Smith no século XVIII e sua crença na "mão invisível do mercado", ou seja, que estes se regulam sozinhos e portanto não requerem a interferência do Estado na Economia. Esse olhar sobre o mundo você encontra com alguma sutileza na Rede Globo e nenhuma na Revista Veja, abertamente anti-petista. A figura de um heróico Presidente liberal chegou a ser protagonizado na Globo por um ator com fisionomia que lembra a do próprio Aécio, na minissérie "O Brado Retumbante".

    Gramsci

    Quem apoia Dilma confia no papel decisivo do Estado na sociedade, cuja hegemonia é disputada entre as classes socioeconômicas, com a mediação do governo. Essa concepção de governo de esquerda representa um conjunto de forças heterogêneas entre si, mas com a estratégia de Antonio Gramsci de disputa por todos os espaços possíveis, em todas as áreas do Estado, da sociedade e da cultura. As alianças com setores conservadores são consideradas um ônus estratégico para manutenção no poder com a finalidade de desenvolver as políticas públicas de interesse da classe trabalhadora, num avanço gradativo de busca da hegemonia de classe. Você encontra essa forma de ver o mundo na internet, na Rede Brasil Atual, mantida pela CUT paulista e reproduzida por milhares de blogueiros, portanto uma verdadeira Rede Globo Gramsciniana. Pode ver na revista Carta Capital e no livro de André Singer sobre “Os sentidos do Lulismo”, que explica não só as alianças do governo como também a mudança da primeira para a "segunda alma" do PT.

    Noam Chomsky

    Quem apoia Marina se identifica com uma nova visão de mundo que vê "o descolamento das bordas do centro" do poder político, ou seja, o sentimento de exclusão de amplos setores da sociedade dos processos políticos realizados em seu nome, na "democracia representativa". Com o stalinismo criando uma nova casta, a burocracia estatal – na Rússia, China e outros países – o Estado substituiu o capitalista privado (Capitalismo de Estado), com um trabalhador do estado "socialista" chinês vivendo em condições piores que a dos americanos. Proudhon já contestara Marx (confira "Burocracia e Autogestão", de F. C. Prestes Motta) e mais recentemente Noam Chomsky apontou que no século XXI temos todos os recursos técnicos e materiais para a construção de uma democracia liberta das instituições autoritárias, sejam estatais ou privadas. Marina chama de "ativismo autoral" o protagonismo pessoal e de muitos "núcleos vivos" da sociedade na luta pela mais ampla cidadania, o que Manuel Castells descreve em "Redes da indignação e da esperança". O site do partido Rede Sustentabilidade mostra seus Estatutos inovadores como instrumentos para uma nova política. Não há uma revista nacional impressa, há livros de professores da USP sobre os novos desafios do século XXI, tais como "Mundo em Transe", do economista José Eli da Veiga, sobre a sustentabilidade, e a “História do Brasil” de Bóris Fausto com capítulos sobre clima, energia e as polêmicas entre Dilma e Marina. Em contraste com Smith, do século XVIII, e com Gramsci, do início do século XX, o projeto de desenvolvimento sustentável também crítica a chamada "velha política" do autoritarismo tanto da direita quanto da esquerda tradicional, tidas como incapazes de responder aos desafios do futuro.

  • Entre o desencanto e esperança, fico com Marina

    Rubens Filho

    Entre amigos, não levamos a sério demais a política no Brasil. Ainda não caímos no niilismo, mas já não temos demasiadas esperanças no ser humano, contraditório e precário que é.

    A política no País exacerba contradições, embaralha e confunde seus personagens, nivelando-os por baixo.

    Marina

    Veja o que o PT está fazendo à Marina Silva nos seus prevalecidos 12 minutos de propaganda eleitoral. Desculpe-me quem pensa o contrário, mas acho repugnante o bombardeio de mentiras e calúnias destinado exclusivamente a manter no poder (e nos 22 mil cargos públicos; ou 20 mil ou 25 mil, como já li) o grupo que aí está há 12 anos. 

    Sonho viver num Brasil onde alternância de poder seja natural e eleição não seja “guerra”, como na Suécia (veja aqui). Mas talvez seja pedir demais hoje, no Brasil, regras semelhantes às suecas.

    Gosto muito do provérbio que diz que "as pessoas só merecem aquilo a que podem renunciar". Com frequência eu o invoco - e faço-o de novo, para protestar contra a ferocidade com que Dilma e o PT vêm se lançando contra Marina (se fosse outro adversário perigoso, fariam o mesmo). 

    Ao adotar essa postura belicosa, eles mostram que não são capazes de renunciar ao poder. Donde concluo: "Se estão viciados no poder, não o merecem".

  • Postais da cidade: "Luzes da noite"

    Daniel Giannechini

    Nos olhos meus: "Luzes da noite"

    Veleiros da Ilha, orla do Arroio Pelotas

    Trapiche, Laranjal
  • Autonomia e Independência do Banco Central, qual a diferença?

    Marcos Macedo

    Sede do Banco Central do Brasil

    Dilma é a favor da autonomia e contra a independência do BC. Marina é a favor da independência.

    Dilma nunca defendeu a proposta de independência, que Marina agora propõe. 

    Marina não propõe autonomia, mas algo mais radical: independência.

    Independência do Banco Central significa que o presidente do BC tem mandato e não pode ser demitido pelo presidente da República. A proposta da Marina é que esse mandato seja desencontrado com o mandato presidencial.

  • Por que o Brasil parou de crescer?

    Agora é oficial: o Brasil parou de crescer. É verdade que a desaceleração não ocorreu de repente. Nos últimos três anos, o PIB teve uma expansão tímida de 2,7%, 1% e 2,5%, respectivamente, menor do que na década de 2000 e 2010, quando, mesmo com duas crises financeiras internacionais, o crescimento médio foi de 3,7% ao ano.

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