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OPINIÃO
  • O reinício das atividades acadêmicas da Universidade Federal de Pelotas trouxe à tona, mais uma vez, os problemas de (in) segurança enfrentados pelos universitários. A queixa do momento é quanto ao número excessivo de assaltos registrados no entorno do ICH – Instituto de Ciências Humanas – situado na Rua Alberto Rosa.

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  • A Célula de Dança, coletivo de profissionais da dança que reúne integrantes de Porto Alegre e de outras cidades gaúchas, está realizando uma seleção de trabalhos artísticos para apresentação no evento A Dança Fora de Si, que ocorrerá nos dias 21, 22 e 23 de junho em Pelotas.

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  • Atualizado às 21h23 - Em entrevista ao jornal Diário Popular, publicada no sábado (11), o atual presidente da Câmara, vereador Ademar Ornel (DEM), diz “que o fato de o Executivo contemplar os partidos da base aliada com cargos na máquina pertence à essência da democracia”. Diz mais: “Algumas pessoas entendem a questão dos cargos como algo depreciativo, mas não tem nada a ver. É normal partidos terem espaço no governo e só autoritários fazem o contrário”. Tão claro quanto o branco dos olhos do edil, sua mensagem se destina ao prefeito Eduardo Leite (PSDB), que tem recusado pessoas sem formação e sem preparo indicadas por vereadores para ocupar cargos de confiança na Prefeitura.

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  • A inflação é um bichinho danado. Feito caruncho ou gorgulho, se alimenta principalmente dos salários dos trabalhadores. Vai roendo, roendo e, quando se vê, engoliu um bom pedaço dos ganhos de quem está na base mais vulnerável da economia e é obrigado a entregar ao supermercado, à quitanda, ao armazém, à mercearia, ao boteco, à farmácia e ao locador o dinheiro obtido no trabalho regular.

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  • Antes de começar preciso assumir que não gosto da Legião Urbana. Sim, uma das maiores unanimidades do rock nacional não faz parte do meu gosto musical. Porém, é unicamente musical o meu problema com a banda, até porque reconheço que Renato Russo é um dos maiores compositores da música brasileira. Nada menos que um gênio e um poeta. Mas estou aqui para falar de cinema, e da estreia de Somos Tão Jovens.

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  • Seriam risíveis, se não fossem graves. as conclusões policiais em alguns crimes que envolvem políticos: a namorada matou PC Farias (tesoureiro de campanha de Collor) e se suicidou; o prefeito Celso Daniel (de Santo André, SP) foi morto por engano dos criminosos que o confundiram com outra pessoa; e o assassinato do secretário de saúde de Porto Alegre, Eliseu Santos, foi um latrocínio. 

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  • Não faz muito eu me referia a P. D. James como "ele", enganado pelo sobrenome James. Até que um leitor me advertiu: P. D. James é ela. “Histórias de detetive não são minha especialidade”, tentei emendar com um sorriso amarelo.

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  • É atribuída a Leonardo Da Vinci a frase: “Simplicidade é o último grau de sofisticação”. Uma mulher elegante nunca se parece com uma árvore de Natal, tanto na maneira como se veste quanto na forma como se comporta. O mesmo vale para o homem. 

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  • Matéria publicada originalmente em 09/01/2012

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  • Vejo com extremo ceticismo o nascimento dessa agremiação - o Rede Sustentabilidade - partido que nasce em torno da figura de Marina Silva.O PT surgiu assim, querendo flutuar sobre os "partidos tradicionais". 

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  • Uma crônica
    18/05/2013 | 10h25
    Vitor Reisen Amador

    Tenha respeito com tudo e com todos, trate do mesmo modo desde aquele que limpa o seu banheiro até aquele que comanda o seu país, eles não são diferentes. Não tenha vergonha se sua mãe te abraça na frente dos aliados, pois sentirá remorso quando ela não estiver mais do seu lado, respeite-a, honre-a. Saiba dividir, acorde pronto para mais um dia, caminhe para o campo de batalha com brilho nos olhos, demonstrando felicidade e caráter, essas são as maiores armas numa guerra. Não julgue ninguém, pois você não sabe o quão pesada a caminhada dele pode ser. Foco nas responsabilidades, seja um menino com cabeça e atitudes de um homem, saiba sorrir, isso te fará mais forte para enfrentar seus desafios. Não se considere superior a ninguém, pois o objetivo dele pode já ter sido atingido enquanto você ainda luta pelo seu. Aprenda a acreditar nos seus sonhos, e concretize-os. Nunca esqueça de olhar as estrelas, elas são as mais singelas fontes de energia, busque força aonde ja se teve força, busque humildade aonde já se teve humildade, mas busque felicidade aonde já houve tristeza, e enquanto estiver fazendo isso concientize os outros que estão no seu caminho e os faça felizes, uma atitude de carinho e solidariedade por dia mudam o mundo. Tenha orgulho dos seus amigos, pois eles serão os únicos que permanecerão ao seu lado, mesmo que sua história de vida não tenha sido fácil eles continuarão ali, lutando por você. Ame mais, deixe o coração falar, arrisque, se entregue. Viva, se palavras fossem mais importantes que atitudes, a vida seria contada e não vivida.

  • E Ademar Ornel, presidente da Câmara de Vereadores, acabou detido pela Brigada Militar
    17/05/2013 | 20h21

    Ademar Ornel (DEM), atual presidente da Câmara de Vereadores de Pelotas, viveu uma experiência difícil, para ele, na noite desta quinta (16).

    O edil foi detido pela Brigada Militar, na entrada do estádio Bento Freitas, onde pretendia assistir ao jogo do Xavante contra o São Paulo.

    O que se passou exatamente não se sabe com precisão.

    O que se sabe até aqui é que o presidente do Legislativo Pelotense acabou detido pela Brigada Militar, conduzido a uma sala reservada aos torcedores problemáticos, seja por negar-se a submeter-se à revista policial, seja pelo consumo excessivo de álcool, seja por desacato à autoridade ou por outro motivo estranho à normalidade.

    Ademar, segundo veiculou uma tevê local, teria se recusado a passar por revista dos policiais militares, procedimento de segurança padrão adotado em todos os frequentadores de estádios.

    A suposta resistência do democrata, que estava acompanhado de um grupo de assessores, não intimidou a polícia, que deteve o vereador.

    O presidente da Câmara acabou liberado, mas não pode entrar no estádio.

    Enquanto a massa xavante vibrava com o desempenho do time e o resultado final, a vitória que o colocou a um empate do ingresso no Gauchão, Ademar teria assistido ao segundo tempo da partida em casa, pela tevê. Os assessores, solidários, igualmente.

  • Eta comunicação inteligente sô
    17/05/2013 | 19h24
    Numa grande rede de tevê, acabo de ouvir, aqui em Porto Alegre, a seguinte chamada de matéria: "A chegada do frio impulsiona a venda de aquecedores".

    Outra chamada: "Nenhum presídio gaúcho possui plano de prevenção contra incêndio..."

    Meu humor, que estava em baixa, subiu de repente.

  • Nino Rota ou saudades de um tempo em que o mundo tinha mais classe
    17/05/2013 | 13h05


    Antes que algum primitivo esquerdista selvagem pense que "classe" se refere à divisão hierárquica social, esclareço que aqui a palavra é usada no sentido de categoria - sem trocadilho, juro. (RF)

  • Publi - Cidade
    17/05/2013 | 13h00

    Site do Cartório Postal - aqui.

    Cartório Postal facilita vida de quem precisa de cartórios - aqui.

  • Leitora pede solução de problema na Embaixador
    17/05/2013 | 12h49
    Uma leitora escreve ao Amigos para fazer um pedido à empresa de ônibus Embaixador. 

    Conta que tem enfrentado uma dificuldade de ordem prática com a empresa, que colocou em circulação há alguns meses novos ônibus de dois andares.

    A leitora diz que frequentemente precisa viajar com sua mãe, de 84 anos, a Porto Alegre, para levá-la a consultas médicas. Por causa da idade, a mãe da leitora evita viajar no segundo andar dos ônibus da empresa, preferindo comprar passagem em ônibus comuns - "térreos". 

    Mesmo assim, a idosa viu-se por duas vezes na seguinte situação: quando vai embarcar, o ônibus é de dois andares, não "térreo", e o lugar para ela é no segundo piso.

    Consultado, o motorista explica que, quando o número de passageiros é grande, a empresa troca o ônibus para o de dois andares, que possui mais lugares. 

    Ocorre que a numeração dos bancos dos dois tipos de ônibus é diferente e aconteceu de a idosa ter de viajar no segundo andar, enfrentando dificuldades para subir e descer do veículo. Além disso, durante a viagem, a mulher vê-se obrigada a não usar o toalete (que fica no térreo), com receio de uma queda.

    A leitora pede que a Embaixador atente para essa questão, no sentido de buscar uma solução que evite os transtornos para pessoas de idade, como sua mãe.

  • A simplificação da discussão econômica
    17/05/2013 | 10h56

    Luis Nassif*

    Esta semana estive na Faculdade de Economia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e na Faculdade de Jornalismo da Fundação Casper Líbero. Nos dois eventos, discutindo a mesma questão: quais os rumos do jornalismo econômico e das discussões econômicas pela mídia.

    Um dos pontos que chama a questão é a maneira como se desenvolve uma teoria econômica, ela desenvolve alguns princípios. Depois esses princípios se transformam quase em slogans, em objetivos únicos que passam a ser brandidos por jornalistas ou economistas de papel.

    ***

    A economia é uma ciência humana, que se baseia em alguns princípios, sim, posto que ciência, mas que permite uma variedade de caminhos alternativos para se atingir o que se pretende seja seu objetivo: o de proporcionar o desenvolvimento sustentável do país, com geração de bem estar para seu povo.

    ***

    O grande desafio da política econômica consiste em administrar questões simultâneas, muitas vezes conflitantes. Há que se permitir o desenvolvimento da economia, mas sem pressionar a inflação. Há que se controlar a inflação, mas sem comprometer drasticamente o emprego e o crescimento.

    E ainda tem que administrar conflitos temporais. Há que se garantir o bem estar presente, mas sem comprometer a estabilidade futura. Tudo isso exigindo escolhas, gradações.

    ***

    Em muitos aspectos o organismo econômico é similar ao humano. Um médico jamais poderá analisar uma infecção sem levar em conta o equilíbrio do organismo como um todo. Caso contrário, ministrará altas doses de antibiótico que até poderão conter a infecção, mas comprometerão outros órgãos do paciente.

    ***

    Majoritariamente, a discussão pública da economia padece de um simplismo radical.  Imagina-se sempre a economia com um único problema, que precisa ser atacada com a bala de prata, pouco importando as consequências sobre os demais fatores.

    Por exemplo, dia desses, o colunista de um jornal econômico mencionava o grande “equívoco” do Banco Central, ao combater a inflação. O “equívoco” consistia em ter promovido uma desvalorização do real, que passou de R$ 1,70 a R$ 2,00 no ano.

    Nas cotações atuais, a produção interna está sendo arrasada pela China. Os últimos indicadores apontam para um crescimento do faturamento da indústria de máquinas, e uma redução da produção. Em outras palavras, cada vez mais o industrial importa equipamentos e revende, em lugar de produzir internamente. Faz isso por não conseguir competir com o importado. Ao mesmo tempo, há uma dinâmica de crescimento do déficit em contas correntes que já induz analistas a prever a próximo crise cambial dentro de dois ou três anos.

    O que estaria ocorrendo se o dólar tivesse permanecido em R$ 1,70? O Pibinho de 2012 teria sido negativo. O rombo das contas externas teria sido mais agudo. Provavelmente a esta altura do campeonato, todo o mercado já estaria pressionando o câmbio e, em lugar desse carnaval sobre o tomate, a mídia estaria deblaterando sobre problemas concretos, de perspectivas de crise cambial.

    E o que o país teria ganhado com o câmbio em R$ 1,70. Segundo o trabalho mencionado pelo jornalista, a inflação anual teria sido 0,6 ponto menor.

    O que assusta é que esse tipo de simplificação permeia toda a discussão jornalística.

  • A vida secreta das plantas, no Guarany
    17/05/2013 | 10h43

    Foyer do Theatro Guarany passa a ser espaço de exposições de arte.

  • Duas visões sobre situação do servidor
    17/05/2013 | 10h09
    Leitor Claudio - 17/05/2013 - 10h01

    "Há péssimos profissionais em todas as áreas de atuação, inclusive no serviço público. Baixo salário não é desculpa para prestarem um serviço de baixa qualidade. Porém, só espero que a mesma população que apoia esta desfaçatez e humilhação da Prefeitura com os municipários não reclame quando necessitar e não conseguir a prestação de bons serviços públicos. Há tantos aspectos que poderiam ser melhorados na vida da população 'somente' através da melhoria do ambiente de trabalho e da valorização do profissional que presta serviço público. A sociedade, ao negar apoio aos municipários, está a negar sua própria qualidade de vida".

    Leitor Sérgio - 17/05/2013 - 09h59

    "Não há humilhação nenhuma. O que há são opções. Os servidores escolheram essa carreira sabendo das dificuldades. A prefeitura é pobre. Aliás, qual não é? Em qual delas no País servidor está contente com o que ganha? A realidade é dura de encarar. Ou alguém acha que se o prefeito da vez pudesse não pagaria melhor só por maldade. Pelotas tem receita miserável e um inchaço da Prefeitura com 8 mil servidores. Caxias possui orçamento muito maior e só 5 mil funcionários públicos. Mas imagina se os servidores querem saber disso. Não. Também não pensam em mudar de carreira".

  • Os problemas de (in) segurança que enfrentam os universitários? Só os universitários?
    17/05/2013 | 09h39

    Cláudia de Lira

    O reinício das atividades acadêmicas da Universidade Federal de Pelotas trouxe à tona, mais uma vez, os problemas de (in) segurança enfrentados pelos universitários. A queixa do momento é quanto ao número excessivo de assaltos registrados no entorno do ICH – Instituto de Ciências Humanas – situado na Rua Alberto Rosa.

    Não obstante, os problemas relacionados aos furtos e roubos que acometem os universitários não são privilégio dos freqüentadores do ICH. Em toda a região do Porto problemas desta natureza afligem não só estudantes, mas também funcionários e professores da UFPel e, igualmente, da UCPel.  Não são poucos os relatos de estudantes sobre os assaltos a que são submetidos no caminho para os prédios da UFPel no Campus Anglo, por exemplo.

    Do mesmo modo, as lamúrias dos que frequentam a Praça Conselheiro Maciel, onde se situa a Faculdade de Direito, é na mesma direção. A escuridão decorrente da iluminação pública precária e deficiente, a falta de policiamento em toda a cidade, diga-se, aliadas à grande movimentação dos estudantes naquela região, têm sido um prato cheio para os ladrões de carteirinha.

    Nas imediações da rua Santa Cruz, entre o Campus I  (Prédio Central) e o Campus II (antigo Colégio Diocesano) da UCPel, o uso de arma de fogo e de todas as espécies de armas brancas (facas, facões, canivetes) é tradição para intimidar estudantes e professores que entregam bolsas, tênis, dinheiro , celular – e tudo o mais que tiverem e que seja do interesse dos  ladrões.

    Na Rua Dom Pedro II, a poucas quadras do prédio central da UCPel  os assaltos sucedem com absolutamente tranqüilidade - por parte dos agressores, claro.

    Não é somente a comunidade acadêmica que sofre esses ataques em Pelotas. Os alunos de escolas públicas, e igualmente seus servidores e professores, também estão vulneráveis a essas ações. Já ouvi lamentos, apenas como exemplo, dos que frequentam o Colégio Dom João Braga, submetidos aos riscos diários por suas andanças na direção da escola.

    No ano passado houve manifestações dos alunos da UFPel chamando atenção para a falta de segurança. Os fatos, portanto, não são novos. Reaparecem, agora, pelo aumento natural da movimentação estudantil.

    A verdade é que Pelotas está, no setor segurança, atirada à própria sorte. Acho mesmo é que assaltam pouco. Matam pouco. As condições para os crimes, especialmente patrimoniais, permitem ações numericamente mais significativas. É claro que muito do que acontece nós nem chegamos a saber. Outro dia, conversando com amigos estudantes, muitos relatavam que já haviam sido assaltados, mas que não se mobilizavam para os registros oficiais na polícia porque isso de nada adianta.

    Ou seja, ninguém acredita que o registro possa, verdadeiramente, resultar em alguma coisa. E quando não há o registro, não há conhecimento. É preciso chamar à responsabilidade os setores competentes pela garantia da segurança. Brigada Militar e Prefeitura de Pelotas não podem dar as costas para esse grave problema. Se Pelotas é, e quer continuar sendo uma cidade universitária, atrativa para novos estudantes, seria bastante conveniente dirigir um olhar mais efetivo para essas criaturas. 

    Fica a sugestão para que outros dirigentes de Escolas e Universidade unam-se ao reitor Mauro Del Pino para, coletivamente, reivindicarem melhores condições na segurança dos estudantes.

    Contudo, é preciso insistir que não são apenas os universitários, professores e servidores que vêm sofrendo com assaltos em Pelotas. Há muito que não temos segurança para ir ao mercadinho da esquina, nem à farmácia da quadra. Certeza mesmo nós temos para afirmar que há pouca polícia na rua, e isso é um ótimo atrativo para a criminalidade.

  • Publi - Cidade
    17/05/2013 | 09h37

    Este livro pode ser adquirido na livraria Mundial - aqui.

  • Publi - Cidade
    17/05/2013 | 09h36
    Na galeria Malcon, entre Neto e Voluntários.
  • Governo prepara proposta de eliminação e redução de tarifas de pedágio da Ecosul
    17/05/2013 | 08h37
    Governo federal prepara uma proposta de redução de tarifa de pedágio da Ecosul, incluindo os trechos de Pelotas. Por contrato, o governo não pode romper unilateralmente com a concessionária até 2026. 

    O contrato com a Ecosul fez parte do primeiro lote de privatizar das estradas e, por esse motivo, os valores do pedágio estão entre os mais altos do País. O contrato foi firmado com base em índices de reajuste que não previram as boas consequências da estabilização da economia. 

    A proposta pretende também retirar dois trechos da zona de pedágio - Pelotas-Jaguarão e Pelotas-Bagé. O deputado federal Fernando Marroni foi convidado pelo ministro dos Transportes, César Borges, para colaborar na construção da proposta.

  • O verdadeiro opositor do Simp
    16/05/2013 | 19h56
    Ficou clara. A "estratégia" do Sindicato dos Municipários (Simp) é criar um confronto artificial com o Executivo. A atitude do presidente do Sindicato, nesta quinta (16), confirma a tentativa.

    Depois de discursar em frente da Prefeitura sobre um carro de som, insuflando ânimos, Duglas Bessa telefonou à prefeita em exercício, Paula Mascarenhas. O sindicalista queria ser recebido por ela. A vice-prefeita aceitou, mas, na hora h, ele se negou (veja no post abaixo).

    Na última terça, o prefeito pediu para falar diretamente em plenária dos municipários. Dos 8 mil servidores, havia mil presentes. A maioria quase absoluta votou contra a participação de Eduardo Leite.

    Até aqui, o único "confronto" reside apenas na cabeça do Simp, que, evitando dialogar sobre dados da realidade, no fundo, briga consigo mesmo. (RF)

  • Presidente do Simp rejeita oferta para ser recebido por vice-prefeita
    16/05/2013 | 19h09
    Bessa, do sindicato, disse não
    Prefeita em exercício Paula Mascarenhas quis receber o presidente do Sindicato dos Municipários, nesta quinta (16), em frente do prédio da Prefeitura. Duglas Bessa, porém, que pouco antes pedira o encontro, mudou de ideia e recusou a reunião.

    O pedido de Bessa ocorreu durante manifestação organizada pela entidade em cima de um caminhão de som, em frente da Prefeitura. O sindicalista telefonou á Paula solicitando, na hora, uma audiência extraordinária. 

    A vice-prefeita se prontificou a interromper sua agenda e receber Bessa para agendarem a data de uma nova reunião.

    “Eu não poderia fazer uma reunião deliberativa naquele momento, sem a presença do prefeito, que está em Brasília defendendo os interesses da cidade. Nós definimos, prefeito e eu, que em todas as reuniões com o Simp estaremos juntos”, explicou Paula.

    Insistência

    Segundo a Prefeitura, Bessa aceitou falar com a vice, mas queria que todos os manifestantes (não só Bessa) entrassem no prédio. Paula foi orientada por sua equipe a receber o presidente do Simp “a fim de evitar algum incidente negativo para todos”. A comissão ficaria no saguão, esperando que Bessa conversasse com a vice-prefeita para agendar nova reunião.

    Bessa, contudo, insistiu que "todos deveriam entrar para falar com Paula" e rejeitou a oferta.

    Não há confronto

    “Não existe confronto. Estamos em processo de diálogo com os servidores. Sempre que eles solicitaram reunião foram recebidos e nós continuamos dispostos ao diálogo. É só marcarem novo encontro, com a presença do prefeito”, assegurou Paula Mascarenhas.

    Na terça-feira (14) pela manhã Eduardo e Paula estiveram no Colégio Pelotense, aguardando o aval da assembleia geral do Simp, para apresentar diretamente aos servidores a proposta de reajuste salarial da Administração. Prefeito e vice esperaram por duas horas e tiveram a solicitação negada pela assembleia.

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