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  • Cachorros são respeitados em Pelotas

    Cães abandonados de Pelotas têm status de vacas sagradas

    Um convênio entre a prefeitura e ong SOS Animais, para castrar cães e gatos abandonados na cidade, começou a vigorar. As castrações recomeçaram nesta semana, após meses paradas. 

    Nos últimos anos, por causa de uma lei municipal, os pelotenses se habituaram a conviver com aqueles bichos como se eles tivessem status de vacas sagradas da Índia. 

    Cachorros, sobretudo, repousam sobre o passeio público em vários pontos, obrigando os passantes a desviar o caminho. 

    Cães nascem e morrem na rua

    A lei proíbe o poder público de sacrificar animais abandonados. Eles devem ser castrados e devolvidos ao mesmo lugar onde foram capturados para a esterilização. 

    Viverão nas ruas até morrer.

    Há turistas que consideram esta situação prova de civilidade. Outros pensam exatamente o contrário.

    A foto do alto foi feita neste sábado (26), na esquina das ruas Andrade Neves e Pedro II. A foto menor foi feita no começo deste abril, nas imediações da outra.

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    Que mal fizeram os bondes?

    Artigos do leitor

    Os bondes são o meio de transporte de massa mais barato. Embora a classe média também os usasse, foram projetados para servir a população mais pobre. As linhas visavam o atendimento dos bairros mais distantes, como Areal, Três Vendas e Fragata. Pelotas é plana e reta, ideal para trilhos, mas infelizmente saíram de cena

    Bonde de Porto Alegre

    Luiz Carlos Marques Pinheiro

    O que será que passa na cabeça de um Governante que decreta o fim dos bondes?

    Que mal faziam os bondes?

    Os bondes são o meio de transporte de massa mais barato que existe. Faz diferença no bolso do pobre. Embora a classe média também os usasse, no passado, eles foram projetados para servir a população mais pobre, das periferias. Tanto assim que as linhas visavam o atendimento dos bairros mais distantes, como Areal, Três Vendas e Fragata.

    Pelotas é uma cidade absolutamente plana e reta. Ideal para a instalação de trilhos.

    Os trilhos não concorrem com o leito carroçável das avenidas. Eles têm espaços próprios, por onde correm os trilhos, afastados das avenidas.

    Os bondes são lentos! Mas Pelotas é uma cidade tranqüila, sossegada, sem pressa. Pelotas não tem a correria das grandes cidades. Querem fazer um teste? Vão ao Café Aquário na parte da manhã!

    Os bondes são um transporte limpo, não poluem o ar atmosférico, como os ônibus e os automóveis, deixando Pelotas mais limpa.

    Mas a classe média não quer saber de andar de bonde! Eles querem usar o automóvel, uma conquista! Pois está muito certo. Os pobres das periferias mais distantes agradecem, porque assim os bondes não andam lotados.

    Os bondes não quebram, e não furam pneu, atrapalhando o trânsito. Enquanto o trânsito está parado o bonde está andando.

    Os bondes não sofrem batidas, como os ônibus, atrapalhando o trânsito.

    Na sua fase mais romântica, os bondes transportavam os noivos, depois do casamento, com todos os convidados.

    O fascínio exercido pelos bondes sobre as crianças era tal, que os meninos corriam atrás deles, para se pendurarem na traseira. Como era bom ser criança em Pelotas! Eu era feliz e não sabia!

    Os bondes no Rio de Janeiro tinham uma característica muito especial: eram abertos e tinham estribos. O bonde lotado, o pessoal viajava nos estribos para não pagar. O cobrador fazia uma ginástica para cobrar a passagem, andando também no estribo, se segurando nas hastes metálicas laterais, externas, fazendo a volta com o corpo, no ar, por fora dos corpos dos passageiros.

    Os cariocas tinham um carinho tão grande pelos bondes que Alvarenga e Ranchinho, e Herivelton Martins, compuseram uma marchinha em seu louvor:

    Seu condutor, dim, dim

    Seu condutor, dim, dim

    Pare o bonde pra descer o meu amor

    E o bonde da Lapa é cheio de chapa

    E o bonde uruguaio duzentos que vai

    E o bonde Tijuca me deixa em sinuca

    E o praça Tiradentes não serve pra gente...

    Crônicas eram escritas pelos melhores cronistas sobre os bondes.

    Os bondes têm uma aura toda especial. Eu não conheço ninguém (repito, ninguém!) que não tenha saudade dos bondes.

    Então, eu fico me perguntando: Que mal fizeram os bondes?

    Enquanto isso, eles continuaram rodando na Europa.

    Por que não fizemos como Lisboa, Amsterdam, Berna, Bruxelas, Paris, Berlin e tantas outras cidades européias que ainda conservam esse civilizadíssimo e econômico transporte urbano?

    Por arrependimento, os bondes vão voltar a circular no centro de Londres após 50 anos, numa tentativa de diminuir os congestionamentos na área, segundo o prefeito da capital britânica, Ken Livingstone.

    Hoje, andar com o bondinho pelas ruas de New Orleans, é como fazer uma viagem ao início do século passado. À medida que vamos andando pelos pouco mais de 12 km de extensão da linha, dezenas de casas, ou melhor, palacetes em estilo colonial vitoriano e de “arquitetura antebellum” vão surgindo pelo caminho.

    Uma das principais atrações turísticas de São Francisco, ainda hoje, é a sua rede de bondes, centenária, com 17 km de extensão, que circula a 15 km/h e que, em respeito à sua tradição, pode ser vista no “Museu do Bonde de São Francisco”.

    O Rio de Janeiro, num lamento nostálgico, mas digno de ser lembrado, ainda mantém o “Bondinho de Santa Teresa”, rodando sobre os Arcos da Lapa boêmia, uma tradição de mais de cem anos.

    Então, eu fico me perguntando: Que mal fizeram os bondes?

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  • O soldado invernal

    Déborah Schmidt

    Um dos grandes acertos da trama é focar em temas como a segurança nacional e a liberdade civil. Em tempos de Edward Snowden e WikiLeaks, o assunto não poderia ser mais atual

    Dois anos após os eventos de Os Vingadores – The Avengers (2012), Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans) continua seu dedicado trabalho na S.H.I.E.L.D., liderando uma equipe ao lado de Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johansson). Enquanto isso, a agência liderada por Nick Fury (Samuel L. Jackson) mantém segredos sobre suas atividades e precisará enfrentar o poderoso e misterioso Soldado Invernal (Sebastian Stan).

  • Mercado Público de São Paulo: popular e lotado

    Rubens Filho

    No momento em que vem à tona o debate sobre as dificuldades de fazer o Mercado Público de Pelotas decolar, lembrei de outro Mercado brasileiro. 

    Há alguns anos visitei o Mercado Municipal de São Paulo. Queria conhecer as possibilidades do espaço como negócio.

  • Popular ofende jornalista da Globo no Rio

    Clima de radicalização

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  • Gabeira aconselha Dilma: 'acorde, Cinderela'

    Jornalista e ex-deputado diz que mundo mudou e que a presidente Dilma e o PT não perceberam: “Dilma, com a queda continuada nas pesquisas, sai da área de conforto e cai no mundo em que os candidatos dependem muito de si próprios e não contam com vitória antecipada pelo peso da máquina. Será a hora de pôr de novo em xeque a onipotente tática de eleger um poste”

    Segue o artigo:

    Bom dia, Cinderela! - por Fernando Gabeira

    As pesquisas eleitorais recentes mostram Dilma Rousseff em queda. Quando se está caindo, a gente normalmente diz opa!. Não creio, porém, que Dilma vá dizer opa! e recuperar o equilíbrio. Além dos problemas de seu governo, ela é mal aconselhada por Lula nos dois temas que polarizam a cena política: Petrobrás e Copa do Mundo.

    São cada vez mais claras as evidências de que se perdeu muito dinheiro em Pasadena. Lula, no entanto, não acredita nas evidências, mas nas versões. Se o seu conselho é partir para a ofensiva quando se perdem quase US$ 2 bilhões, a agressividade será redobrada quando a perda for de US$ 4 bilhões e, se for de US$ 6 bilhões, o mais sábio será chegar caindo de porrada nos adversários antes que comecem a reclamar.

  • Sine acqua non

    Geraldo Hasse

    Pau-ferro

    As árvores armazenam água nas folhagens e raízes 

    O bodegueiro da esquina se orgulha do pau-ferro que emoldura sua calçada. Não foi ele quem o plantou, foi o departamento de paisagismo da prefeitura, que recomenda essa espécie vegetal porque suas raízes não arrebentam as calçadas, como fazem o angico nativo ou o flamboyant madagascarino, cujas partes subterrâneas afloram à superfície, danificando as lajes.

  • Ministra do STF decide por CPI exclusiva da Petrobras

    A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na noite desta quarta (23) que o Senado instale comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar exclusivamente a Petrobras.

    Rosa Weber atendeu a pedido da oposição e rejeitou ação dos governistas, que propuseram investigações também nos contratos dos metrôs de São Paulo e do Distrito Federal, supostas irregularidades no Porto de Suape (PE) e suspeitas de fraudes em convênios com recursos da União, além das denúncias sobre a Petrobras.

  • "Eleitora de esquerda, eleitor de direita"

    Eleição no Brasil produz um efeito triste de ver: a falsa radicalização fabricada entre "Esquerda e Direita" faz surgir a burrice mais aguda em gente dos dois lados. 

    A burrice, também conhecida por estupidez, não aparece em todo mundo, claro, mas em muita gente. Curiosamente, aparece nos torcedores, nunca nos jogadores.

    A burrice dá as caras naquelas pessoas cegas para o fato de que, no Brasil, quem exerce o poder, na prática, está sempre no Centro.

    Os burrinhos eram chamados no passado de "massa de manobra". Hoje, são conhecidos como "ativistas sociais" (à esquerda) ou "coxinhas" (à direita).

    Eleitores inteligentes são fãs da série abaixo

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  • Confronto verbal de secretário Estima e jornalista da RBS: sinal dos tempos em cidades ditas 'do interior'?

    Rubens Filho

    Uma entrevista de Fernando Estima, secretário de Desenvolvimento Econômico de Pelotas, ao Jornal do Almoço (JA), da RBS/TV, em 17 de abril passado, véspera da Sexta-feira Santa, despertou mais atenção pelo confronto verbal entre o entrevistado e a entrevistadora, jornalista Maíra Lessa. 

    O vídeo pode ser visto aqui

    O episódio se deu ao vivo e superou em interesse o motivo original da entrevista: a letargia econômica do Mercado Municipal, onde comércios ali instalados não "decolam". Estima protestou no ar contra essa abordagem-gancho dada ao tema pela RBS.

    O caso ganhou as redes sociais e suscitou uma discussão sobre jornalismo e liberdade de expressão.

    A última vez que uma autoridade pública confrontou jornalista na cidade, ao vivo, foi na mesma RBS, numa entrevista feita pela mesma jornalista Maíra, em 2012. Naquela ocasião, o entrevistado era o então reitor da Universidade Federal de Pelotas Cesar Borges. Reagindo à pergunta da jornalista, Borges foi longe, chegando a levantar suspeitas sobre a idoneidade da RBS como empresa, que naquele momento produzia uma série de matérias em Zero Hora sobre atos do reitor sob investigação no Ministério Público Federal.

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